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Deusa da Vida

Protagonista do épico mais famoso entre os alderianos, Lifian sempre fora dotada de extrema beleza e benevolência, antes mesmo de ter ganho o dom da vida. Virtudes que depertariam um grande sentimento correspondido por Turios. Quando convocada para uma das expedições em busca do Caos, acabou desaparecendo e não voltou mais. Todos perderam as esperanças de voltar a encontrá-la. O tempo passou e a parcela do Caos foi encontrada pelos seres criados pelo Mal. Enquanto carregavam uma parte para o centro de Alderion, o líder deles ouviu entre as pedras o larmúrio de uma doce voz e o seguiu. Turios encontrou Lifian desacordada, pálida e sem forças na escuridão de uma caverna e levou-a para Neutro. Desde o início, nenhum dos seres tinha tentado contra a existência de outro, mesmo com todas as divirgências que existiam. Como não podia reverter toda dor e sofrimento que ela passara, permitiu ao Bem que lhe concedesse o dom da vida: ela seria a única capaz de fazer as criaturas existirem em Alderion. Antes mesmo que ela pudesse pronunciar seu agradecimento, para seu desespero, Turios foi nomeado Deus da Morte, por sua bravura e heroísmo. Daquele dia em diante, trabalhariam juntos e silenciosamente, tecendo na luz e cortando na escuridão o fio da vida de todos e de tudo. Depois da grande explosão, quando Loven nasceu, Lifian entendeu que amava Turios. E desde então, a passagem de transição entre vida e morte é vista com serenidade entre os alderianos, pois acreditam que não pode existir dor no único momento em que os dois Deuses conseguem se encontrar.



Amender
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